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Posts Tagged ‘Taison’

¬Inter dá-lhe uma sova no Caxias na final da Taça Fábio Koff e leva Gauchão 2009.

Taison vence por nocaute

Taison vence por nocaute

 

¬Vágner ‘Victor e Léo Mancini aterroriza Palestra Itália e elimina o Ziguifrido Luxa da final do Paulistão. 

A fada da Vila

A fada da Vila

 

¬O Santos pega o Corinthians de Mano ‘Brown’ Menezes, que junto dos trutas venceu as duas tretas contra o São Paulo. 

Do Bronx à final do Paulistão

Vida Louca: do Bronx à Final

 

 

Fotos: a do Tayson: fineartamerica.com; a do Mancini: goal.com; e a do Mano Brown: vermelho.org.

 

Guilherme

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 Ataque Colorado é o nome do grupo fundado por músicos gaúchos, que alcançaram o Top das paradas ao criarem inúmeras canções sobre o nosso amado Internacional. Um tremendo sucesso. Sucesso esse, que agora pode ser comparado com o Ataque Colorado – no sentido literal da palavra.

 

Nas últimas duas partidas, os atacantes marcaram nada menos do que 10 gols. Na temporada já são 49 em 17 partidas.

 

O melhor ataque do Brasil.

 

Tá certo que o Gauchão não serve de parâmetro para muita coisa; mas, jogamos contra equipes que não disputam somente o Regional, e o resultado foi o mesmo: vitória vermelha.

 

Na noite dessa terça-feira, o recém-casado, Nilmar, desencantou e arrematou três vezes, dando passe para mais dois. Dizem os astrólogos que os laços mágicos do matrimônio são responsáveis pelo aumento do rendimento do Goldenboy. Minha tese é de que o definidor da melhora foi a fungada levada no cangote, pelo Alecsandro.

 

E o nêgo Taison, como diriam os Populares, marcou três vezes, chegando a 14 gols no Campeonato.

 

Campanha acima da média, mostrando gigantesca superioridade sobre os adversários.

 

Mas é bom manter os pés no chão. Caneco no armário somente depois do apito final.

 

Contrapontos :

 

Esportivo é limitadíssimo;

 

O Inter levou dois gols em uma mesma partida;

 

Alecsandro não conseguiu ter continuidade;

 

Em 2006, o Inter ficou invicto mas não levou a Taça – porém, ganhou a Libertadores e o Mundo.

Fabio

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O Goldenboy, Nilmaravilha, ou para os mais exigentes, Nilnada, ganhou no último final de semana, merecidos dois dias de folga, para selar o matrimônio em badalada boda na Capital Gaúcha. Entrei na onda e me dei dois dias de folga para meu coloradismo e não fui ao estádio no sábado, 21. Tudo bem, já sou casado, mas completei 25 anos na sexta-feira.

 

 

 Enquanto o franzino atacante colorado consumava seu casamento em precoce lua-de-mel e eu estava na beira da praia de Capão com minha esposa e cunhados, o Inter goleava o Novo Hamburgo por 4 a 1, garantindo matematicamente – caso necessário – a partida final do Gauchão, para o Beira-Rio. 

 

 

Atacante deu prioridade as perguntas correspondentes ao seu casamento

Atacante deu prioridade às perguntas correspondentes ao seu casamento

 

 Até aí, morreu Neves.

 

Nenhum colorado irá querer utilizar esse tipo de vantagem. A minha ausência no Gigante, no entanto, me deixou com uma pulga atrás da orelha. E pelo menos umas 18 nas milionárias e simétricas orelhas do Nilmar.  

 

O substituto Alecsandro entrou, marcou dois gols e deu passe pra outro, enchendo os olhos da torcida Vermelha. Mostrou que é matador, coisa que o garotinho vindo do Paraná não é. De acordo com estatística do Blog Vamo Vamo Inter, Alecsandro marcou quatro gols em 288 minutos, enquanto Nilmar está com cinco, em 1.129.

 

 

 Creio que é cedo para uma análise mais complexa; mas eu, que não levava fé no nosso reserva, comecei a rever meus conceitos. Foi, com certeza, um fim de semana movimentado para os colorados.

 

 

Parabéns, Nilmar, por mais esta etapa. Agora é treinar mais, jogar mais e errar menos gols. E se o Tite montar um esquema alternativo, poderá até fazer companhia ao reserva Alecsandro.

 

 

Assim como Goldenboy, não estive no Beira-Rio, celebrei uma data comemorativa no fim de semana, e no domingo, assisti ao Lance Final com a patroa, vendo o Alecsandro acabar com o jogo. Estou ansioso para ver o potencial do novo matador colorado, mas, por enquanto, tudo gira em torno de projeções.

 

 

Centroavante afirma que solicitou a diretoria lua de mel de uma semana para o amigo Nilmar

Centroavante afirma que solicitou à diretoria lua de mel de uma semana para o amigo Nilmar

 

E o Valter conseguiu fazer seu 1º gol.

 

 

 O Adversário

 

 

Enfadonho. Para quem assistiu À partida do primeiro turno, em que o NH entregou a duras penas a vaga para o Inter, na Taça Fernando Carvalho, ficou um ar de surpresa, por tamanho retrocesso. Nas bolas aéreas a defesa permanecia engessada no gramado.

 

 

Aí ficou fácil. Taison marcou seu primeiro gol de cabeça e Valter balançou a rede pela primeira vez na vida, pelos profissionais. 

 

 

 Fotos: ClicRBS e Acervo Google

 

 

 Fabio 

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* Este texto trata-se de uma obra de ficção.

As gélidas mesas metálicas rubras expostas ao sol porto-alegrense acolhem as dezenas de garrafas de cerveja, que estão, em sua imensa maioria, vazias. As cadeiras dos tempos do Geisel permanecem vigorosas e seguras, apesar da aparência melancólica. A calçada, que muito provavelmente deve ser asseada diariamente com vassouras de bruxa, servia de assoalho para tocos de cigarro, o que tornava a áurea do ambiente lúgubre e densa.

 

Ali, dezenas de colorados permanecem por horas que antecedem o jogo, embriagando-se e entorpecendo-se, com a crença de que estão naquele local por vontade própria. Na verdade, todos estão aprisionados na Clausura dos Espíritos Vermelhos. O ambiente, quase em frente ao Estádio Beira-Rio, é conhecido pela alcunha de Bar do véio Moacir.

 

Somente quem pisou ali, sabe do que estou falando. Ao adentrar, as pernas começam a formigar, a respiração, descompassada, deixa-nos com ar ofegante e os detentores do poder sagrado serenamente dominam nossos sentidos. A partir daí, quase que mecanicamente, todos começam a consumir poções alcoólicas bem acima do nível permitido para quem será motorista horas mais tarde. Mas não é só isso.

 

Uma anciã de aparência amarga, olhar profundo e intimista, te atende sempre da mesma forma: quase hipnotizante. Os cabelos grisalhos, escorridos até as costas, fazem me lembrar das mulheres que foram jogadas a fogueira, há algumas centenas de anos. É ela que comanda o ritual sagrado de domínio das mentes vermelhas. Apesar de semblante ingênuo, ela nos prende por horas e horas, nos arremessando doses homeopáticas de sua poção mágica. Muitos não conseguem se desvencilhar e acabam assistindo ao jogo ali, enfeitiçados pela Clausura, sem entrar no Gigante.

 

Mas ela não age sozinha.

 

No último domingo, o super-star Tim Maia apareceu cantarolando os seus famosos hits, ganhando acalorados aplausos dos detentos vermelhos. Quando ele terminou de cantar, faltavam poucos minutos para começar o jogo, mas todos permaneciam ali, inertes, como se não tivesse nada ocorrendo do outro lado da Avenida.

 

Por sorte, consegui escapar.

 

Mas não vi muita coisa. Só o gol do Taison e sua saída raivosa para o banco de reservas. Creio que ele estava revoltado, pois queria ficar por mais tempo aparecendo na TV da Clausura e ser docemente vigiado pela malévola anciã. Esta sim, nem o Tite tem coragem de tirá-la de seu posto. Por horas, carregando sua toalhinha branca, tratou com carinho seus aprisionados vermelhos até a chegada das estrelas cobrindo com galhardia a capital de todos os gaúchos em mais uma noite de outono.

Fabio

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