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Posts Tagged ‘Atletico MG’

Alex Bruno prova que consegue apoiar o queixo no ombro; Fernandão dorme

Alex Bruno prova que consegue apoiar o queixo no ombro; Fernandão dorme

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O que os olhos não veem, o coração e o bigode já ausente não sentem

O que os olhos não veem, o coração e o bigode já ausente não sentem

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Souza usa de gesto obsceno para ludibriar adversário

Souza usa de gesto obsceno para ludibriar adversário

 

O Grêmio encarnou na última rodada aquele gordinho abnegado que palmilha compenetrado sua esteira nas academias da vida. Cumpre seu trajeto imóvel e quilométrico diário, dá de ombros para os esgares malvados de donos de corpos mais atraentes que zombam de seu esforço, e segue acreditando, mesmo que os espelhos lhe joguem a verdade crua na cara, que pode chegar lá. Pois ainda que tenha amolestando os mineiros do Altético com quatro gols, o time de Paulo Autuori praticamente não ascendeu na tabela, visto que Corinthians, Avaí e Barueri também pontuaram. Não há problemas: o palmilhar prossegue, e – mesmo que alguns incréus ousem duvidar – no inexorável encalço da Libertadores.

 

Já não há mais aquela euforia em goleadas tricolores no próprio galpão. Assim como não há muita lamúria nas derrotas longe de seu pago. A harmonia que une time e torcida no Olímpico é inversamente proporcional à sombria e solitária atmosfera que inibe resultados alvissareiros em outros estados. E foi novamente embalado por ela que o Grêmio patrolou os comandados de seu ex-chefe.

 

O enredo se repetiu. Tcheco e Souza senhores da meia-cancha. Réver fazendo de sua corpulência uma imposição física e não uma idiossincrasia mongól. Perea e Jonas donos da confiança inerente aos atacantes competentes. E Victor, bem, Victor foi Victor. O Atlético ficou submetido à marcação gremista, e apenas no segundo tempo conseguiu ensaiar algumas tabelas indolentes, sobretudo com Diego Tardelli e Renan Oliveira, mas Éder Luis já havia deixado o campo, e Rentería, seu substituto, mostrou que não perdeu o vigor na arte de maltratar a bola e acabou gradualmente com as esperanças ofensivas do Galo.

 

Danny constrangido com relação libidinosa de inimigos

Danny constrangido com relação libidinosa entre inimigos

 

Ainda no sábado, o Palmeiras estreou uniforme livrando-se da sequencia de três jogos sem vencer, repassando às mãos de Tite o mini tabu de vitórias, com um 2 a 1 fundamental a quem persegue o caneco. Há quem diga que a fatiota pigmentada com a cor azul influenciou no resultado, mas adianto que não revelo a fonte e que a mesma carece de comprovação científica.

 

Sobre o jogo, não se pode dizer que houve uma supremacia paulista. O Inter soube marcar os principais jogadores adversários, agrediu, inclusive, o time de Muricy em certos momentos, mas repetiu o futebol meia boca cujo resultado foi o revés caseiro diante do Corinthians. O mesmo futebol que aliado de alguma correria é suficiente para derrotar equipes menores, porém inútil contra iguais.

 

No meio da semana o Inter começa a sanar a dívida de dois jogos que pode alçá-lo ao panteão dos candidatos ao título, caso vença; e pode estagná-lo na zona intermediária e esquartejar a já alquebrada moral de Tite no Beira Rio, caso perca.

 

Além do supracitado isolamento do Palmeiras no primeiro lugar, única equipe na casa dos 40, restou também ao Avaí o protagonismo da rodada. Já são 11 partidas de invencibilidade, mas não aquela invencibilidade enganosa, abundante de empates. Não. Os 3 a 0 sobre o Flamengo somaram a oitava vitória no bolso de Silas e abriram as portas do Gê Quatro aos catarinenses.

 

Tabela de Classificação.

 

Resultados

Santo André 1 x 0 Coritiba

Palmeiras 2 x 1 Internacional

Sport 2 x 0 Vitória

Corinthians 3 x 3 Botafogo

Grêmio 4 x 1 Atlético-MG

Atlético-PR 1 x 0 São Paulo

Fluminense 0 x 0 Barueri

Cruzeiro 4 x 2 Náutico

Goiás 2 x 1 Santos

Avaí 3 x 0 Flamengo

 

Guilherme Lessa Bica

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Treino na véspera do jogo contra o Inter

Treino na véspera do jogo contra o Inter

 

A chegada do inverno acalentou nos jogadores do Inter aquele aprazível gosto pelo chocolate quente – bebida típica dessa época do ano. O curioso é que ele foi sorvido em terra de temperaturas tórridas, de música e maneiras lúbricas: o libidinoso Rio de Janeiro. E justo dos pés do primeiro Imperador Funkeiro de nossa história, saíram três dos quatro gols que macularam a meta de Lauro. O Inter não faz as pazes com a vitória desde a primeira partida contra o Coritiba pela Copa do Brasil, TiLte perscruta a sombra de Muricylha avizinhar-se ameaçadora e a liderança do Brasileirão se lhe escapa dos dedos pela primeira vez quando o critério é o número de pontos. Porém, caro leitor colorado, há um alento para esta última assertiva: o líder é o Celso Roth; o que reserva esperanças de título até a Avaí e Barueri – esquadras sabidamente nascidas para a estoica e onerosa vida da coadjuvância.

 

Visivelmente abalado pelo tapa na orelha que levou do Corinthians na quarta-feira, o Inter relembrou na noite de ontem aquelas atuações desatrosas de anos pregressos quando se tinha a impressão de que a engrenagem estava em ordem e que um título era questão de tempo, tudo logo desmentido numa goleada para o Paraná ou Goiás. O que mudou foi o porte do adversário, mas ele igualmente chafurdava numa crise alimentada a Pão de Ló pela negligência dos dirigentes, a impotência de Cuca e a insolência de Adriano. Pois o mesmo Adriano que simula lesões para pegar uma praia, marcou três vezes, e duas delas com a competência e categoria que o levaram a Milão. Emerson, o campanheiro de ataque, também deixou o seu, bicando a bola contra o travessão rubro. Restou a LDU e ao Coritiba representarem a reabilitação colorada para a final da Copa do Brasil.

 

Grêmio 2 x 2 Goiás

 

 

Ainda no sábado, o Grêmio recebeu aquele que todos tememos, o touca maldita dos gaúchos, o Esmeraldino Bárbaro, Goiás, do verborrágico Hélio dos Anjos (Só se for o Lucifer!). Mais uma vez o time de Autuori esbarrrou na inspiração mirrada, desta vez dependente completa das iniciativas de Tcheco – um dos destaques do jogo. Tivemos de buscar o empate em duas oportunidades, o que cobre as mentes tricolores de interrogações acerca de como será no Mineirão, quarta-feira. Ao menos Maxi López voltou a marcar, inclusive o gol que assegurou o 2 a 2; e a volta de Sousa ao time, nome maior do Grêmio no ano, deve acrescentar consistência a uma equipe tão carente dela.

 

Santos 2 x 3 Atlético Mineiro

Enquanto os torcedores gaúchos enrugam-se de tanta preocupação, Celso Roth segue zombando de todos nós. Quando lhe decalcam o adeviso dos favoritos, fracassa indubitavelmente. Ao passo que, quando ensaiamos aquele esgar sarcástico diante de um time seu, ele logo trata de enquadrar seus jogadores numa formação segura, discipliná-los de maneira coerente e organizar esquadras temíveis no Brasil inteiro.

 

Há algo de revolucionário nisso, uma subversão que ainda não conseguimos identificar, mas que está lá: nalgum canto daquele buço, por hora nu, que tanto prezamos. Ontem, se teve mais uma amostra dela, no convincente 3 a 2 sobre o Santos, na Vila Belmiro. O Galo encerra a segunda rodada como lider, a primeira isolado, e trilha um caminho parecido com o do Grêmio no ano passado: time limitado, esgresso de resultados negativos na Copa do Brasil e no estadual e comandado por Roth.

 

Fico por aqui, grato pela atenção criteriosa do leitor, duvidando da estabilidade do Galo, aproveitando os equívocos de TiLte e esperando um milagre para quarta-feira.

 

Resultados

Vitória 4 x 3 Botafogo

Santo André 2 x 1 Sport

Atlético-PR 2 x 2 Palmeiras

Grêmio 2 x 2 Goiás

Náutico 0 x 1 Coritiba

Avaí 3 x 2 Fluminense

Corinthians 3 x 1 São Paulo

Santos 2 x 3 Atlético-MG

Flamengo 4 x 0 Internacional

Cruzeiro 2 x 4 Barueri

 

Classuficação

Atlético-MG 17

Internacional 14

Vitória 13

Palmeiras 12

Corinthians 11

Flamengo 10

Barueri 10

Santo André 10

Grêmio 9

Santos 9

Fluminense 9

Náutico 8

Goiás 8

Coritiba 7

Cruzeiro 7

São Paulo 7

Avaí 7

Botafogo 6

Sport 5

Atlético-PR 5

 

Foto: Adriano: rockwave.com.br

 

Guilherme

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Todo dia é dia de sofá

Todo dia é dia de futebol. Todo dia é dia de sofá

 

Nos tempos em que os subversivos tinham de carregar bolitas nos bolsos para despistar a Cavalaria; num passado não tão longínquo, época em que no futebol os zagueiros amarravam cachorro com lingüiça, como diria o do Bigode; a quarta-feira era considerada o Dia Nacional do Sofá.

 

Nesta sagrada data, os jovens enamorados iam para a casa de seus pais para trocar discretas carícias e, quando surgia oportunidade, até alguns beijos e amassos. Tudo isso assistindo a um longa do Grande Otelo.

 

Hoje, virou putaria. Todo o dia é dia, ninguém é de ninguém e tá tudo liberado.

 

A Equipe do Tisserand FC, por sua vez, sempre prezando pela moral e os bons costumes, desconstruiu o esteriótipo do Dia do Sofá, criando seu próprio padrão: abrir uma lata, sentar numa pltrona ensebada e assistir às rodada da Copa do Brasil e da Libertadores da América.

 

O resultado de tudo isso, a seguir:

 

Placar Magro

O Inter podia ter garantido a vaga ontem à noite, contra o Náutico, mas acabou entregando a rapadura, como já é de costume contra times medíocres – principalmente jogando fora de casa.

 

 

Os cavaleiros do apocalipse afirmavam que este seria o primeiro grande teste do ano e foram apenas três gols. Com isso, a média nas últimas quatro partidas caiu para simplórios 4,5. Ou o time começa a jogar fora de casa ou vai se complicar logo ali, pego de calças curtas.

 

Time Cagão

Confesso que até deixei escapar um sorriso quando vi o terceiro gol do Atlético Paranaense contra o Timão. Mas esqueci que o Furacão é time pequeno. Em seguida, entregou uma partida ganha. 1 a o no jogo de volta e Bye Bye, Tristeza.

 

Ninguém é de ninguém

Deste confronto sairá, se não der Zebra e os pernambucanos confirmarem os prováveis 4 a 0 no Beira-Rio, o adversário do Náutico. Tinha, até certo ponto, um pequeno receio do Rubro-negro carioca, mas não conseguir vencer o Fortaleza em casa, é de desanimar.

 

Grande Galo

E a Galoucura continua na mesma. Desta vez, a derrota veio contra o Vitória.

  

Paraíba e o cartão

Eu sou Paraíba e taqui o meu cartão. Campeão da Copa do Brasil pelo Grêmio, Marcelinho está de volta. Marcou dois gols na vitória do Coxa de 4 a 0, sobre o CSA – o Paulo Britto, no entanto, admirador do atleta, creditou o gol do outro Paraiba, do Coxa, para Marcelo. Vo te contá, heinhô, Batista.

 

Cartão de visitas premiado

Cartão de visitas premiado

 

Até Quando?

O Sport venceu o LDU por 3 a 2 e, junto do Grêmio, são os dois clubes enganadores do Brasil. Em seguida, vão tropeçar. Antes de ficar brabo, caro leitor, o Palmeiras não conta; Luxa não engana ninguém…

 

Salvadores do Inter

Em partida histórica, dois ex-colorados salvaram o verdão, garantindo mais alguns armanis para o Luxa.

 

O Marcão, solícito, fez a boa ação do dia: foi expulso. Ao sair do campo, ganhou uma estrela verde na testa, de condecoração.

 

E Cleiton Xavier, com um petardo bem semelhante aos que dava no Inter, credenciou o Verdão a seguir em frente na competição continental. Podia dormir sem essa.

 

 

Fotos: sofá: veiorosa.blogspot.com; Marcelinho: forumdocoritiba.com.br.

 

Fabio

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