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Posts Tagged ‘Fernandão’

Alex Bruno prova que consegue apoiar o queixo no ombro; Fernandão dorme

Alex Bruno prova que consegue apoiar o queixo no ombro; Fernandão dorme

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André Lima tenta intimidar imitando Silvester Stalone

André Lima tenta intimidar Rafa Marques imitando Silvester Stalone

 

Mesmo com um time melhor, num estádio neutro, diante de um adversário de forças e futebol módicos, cuja morada costumeira é o Mangue da zona de rebaixamento; mesmo com gol sobrenatural de Jonas, mesmo que tenha tomado a dianteira do placar num momento adiantado e decisivo do jogo, mesmo com as duas mãos, os dois pés e os vinte dedos de Rodrigo Cintra, o árbitro, alijando as nádegas botafoguenses com erros clamorosos, mesmo assim o Grêmio não passou de um empate no Engenhão.

 

E se o deus do futebol, um velhinho sacana, irmão bastardo do pai de Cristo e de todos nós, tivesse algum caráter, permitiria a virada aos alvinegros no final do jogo. Porque o que se viu desde que o primeiro silvo deixou a boca de Cintra na tardinha carioca de ontem, foi o Grêmio mimetizar dramaticamente os movimentos constrangedores que promove longe do Olímpico desde as primeiras rodadas.

 

Tcheco e Souza, figuras imponentes e sóbrias diante de sua torcida, transformam-se em velhinhas matriarcas que outorgam para si o destino de suas famílias, mas não movem uma palha para tanto, e ainda impedem a iniciativa de membros mais novos. Tulio, aquela avó precoce que vestiu a camisa 4, completou o triângulo de latifundiários que reduzem a meia cancha gremista a um terreno improdutivo em outros estados. Restou a Adílson tentar um protagonismo vedado por sua natural imaturidade.

 

Ainda assim, a despeito de todas essas barbaridades, o Grêmio vencia. Com dois gols de Jonas, e um terceiro de autoria mútua de Souza e Réver, Autuori sacava esse sapo de pés frios e papo vermelho que o acompanha quando deixa o Salgado Filho de dentro da mala, juntava uma marreta e sentava a mão para ferir mortalmente o tabu de vitórias fora. Mas o próprio treinador cavaria com zelo sua cova. Aos 30 minutos da etapa derradeira, retirou o melhor jogador do time, o que não era lá grande coisa, mas ainda o melhor, Jonas, e lançou Makelelê. Ali todos os gremistas, todos os colorados, todos os botafoguenses, inclusive, sabiam que o 3 a 3 sairia. Para acrescentar uma colherada, não, uma concha de feijão de ironia, o mesmo velhinho sem caráter que manipulou Cintra na garfada ao Botafogo, levou Leandro Guerreiro, aquele volante vacilante que nasceu vermelho, acertar um chute inominável, ainda que com desvio, no ângulo de Victor, decretando a igualdade final.

 

Iarley na ponta dps pés

Iarley equilibra-se na ponta dos pés para aparecer na foto

 

Já no Beira Rio, um ídolo encontrou seu crepúsculo e uma torcida, a redenção. Os 4 a 0 do Inter sobre o Goiás encarnam proporções muito maiores que a dança de colocações no topo da tabela. Os torcedores colorados livraram-se finalmente daquela bruma de interrogações que se arrastou desde a ida de Fernandão para o centro-oeste e as acusações mútuas entre ele e Fernando Carvalho, agravadas pelas oscilações do time de Tite no Brasileiro. Pelo menos até quarta-feira, e com razões claras e inequívocas, Fernando Carvalho estava certo.

 

É claro que num placar tão dilatado e nulo para o adversário pululam destaques na equipe vencedora. Mas um jogador, em especial, desfilou o fino da bola: Kléber. O lateral pouco lembrava aquela figura apática e triste de outrora, que chegou a ser contestada no Beira Rio e perdeu espaço no coração de Dunga. Ontem, Kléber cumpriu seus deveres de marcação com autoridade, mas assumiu de forma enfática a articulação do time, arriscando lançamentos e os acertando com maestria, arrematando pataços indolentes, distribuindo assistências e sendo premiado com uma bucha. Ainda houve a malícia da canhota de Marquinhos, a lucidez de Giuliano, o esforço de Edu, a liderança de Guiñazu. Enfim, vencendo o Galo na quarta, o Inter regressa seriamente à briga pelo título.

 

Confere aqui como está teu time na Tabela. E aqui os resultados da rodada.

 

Guilherme Lessa Bica

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Ontem, o Inter fez o seu terceiro aniversário da histórica conquista da Libertadores da América.  Para comemorar, a equipe do TFC divulga novamente o texto do articulista Fabio Araujo, publicada no livro Histórias Coloradas II – As cem melhores histórias campeãs da América.

EQUIPE TFC

O Maior Psicólogo que Existiu

Acordo com um barulho estridente em meus ouvidos. Eram 7h45 de 16 de agosto. Maldito celular. Lembro que foram menos de 3 horas de sono. Meus nervosos pensamentos passaram a noite vagando instintivamente em busca de um resultado positivo que, almejava presenciar na final do dia seguinte. O irritante som “nokia tune” selecionado em toque crescente, ecoava pelas paredes mofadas do meu quarto. Quem me ligaria a esta hora? Pensei no Carvalho. Em uma chamada eufórica, o Presidente estaria convocando os guerreiros alvirrubros para atropelar o tricolor paulista, na maior batalha vista no Gigante da Beira-rio. Mas não.

 

– Amoreco, o pai está mal. Está indo para o Hospital – contou-me entre soluços, minha noiva.

 

Não queria acreditar. Após um breve consolo, liguei para meu local de trabalho avisando que não poderia comparecer, dando as devidas explicações – certamente devem ter pensando que faltei por causa do jogo. Ao chegar na casa dela, tentei transmitir somente palavras positivas, mas, também muito abatido, não obtinha grande sucesso. Toda a programação pré-agendada pensando em concentração, bebida, tinha ido por água baixo. Não sentia vontade de sorver um gole de cerveja sequer. Rezava. Torcia muito pela recuperação do sogro, sem saber o que aconteceria nas próximas horas.

 

– Vai pro jogo, Amor. Eu vou ficar bem – disse.

 

Sentia-me orgulhoso. Ela sabia o quanto este jogo era importante para mim. Com o coração apertado, me despedi e voltei para casa, separar o manto sagrado, cada vez mais nervoso. Ora pela proximidade da grande final, ora por não ter mais notícias do sogro. Minha carona chegou em torno de 15h. Contei a situação para a esposa do meu ex-chefe, durante a viagem pra Poa, e fico mais calmo. Na capital, paramos pra pegar o seu marido que assumiu o carro, já muito entusiasmado. Atravessamos a Avenida Farrapos ao som de Festa no Apê.

 

– Fabinho, hoje é dia de festa pra gente! – comemorava meu ex-patrão, o Norberto.

 

Continha-me a um sucinto “É isso aí”. Não conseguia esquecer da situação de saúde que havia deixado para trás. Entramos cedo no estacionamento do Beira. Os caminhos enlameados nos levaram até uma vaga, um pouco longe do Estádio, próximo a Avenida Beira-rio. Desci do carro e recebi emprestada uma capa de chuva do Inter.

 

– Pega aí, piá – disse Norberto, já antevendo a chuva que chegaria nos minutos seguintes.

 

Vesti a capa e segui em direção as sociais – portão 24 -, já com o grupo de colorados, que juntos, acompanhamos toda a caminhada colorada na Libertadores. Os portões nem haviam sido abertos, mas as filas já se entrelaçavam pelo Gigante. Ficamos no final da fila da superior, que, sabe-se lá como, foi parar na Rampa de acesso ao Portão 24. A nossa fila, não achamos. Milhares de colorados, tentavam organizar de forma desordenada, dezenas de conglomerados que aumentavam rapidamente. Quando os brigadianos responsáveis pela revista, começaram a subir a rampa, foram veementemente aplaudidos pelos torcedores. Fato raro. As primeiras gotas de chuva caíram enquanto tramávamos uma estratégia para furar a fila que, nem ao menos sabíamos onde estava.

 

– É simples, quando o portão abrir, todo mundo se vira. Ao invés de ficarmos como os últimos da fila da superior, seremos um dos primeiros da nossa rampa – conjecturou um dos colorados.

 

Funcionou. Antes das seis e meia, já estava sentado, aguardando o início do jogo. Tempo que usei para fazer um lanche, ficar ligado no radinho e, aos poucos, vislumbrar o Estádio ser pintado de vermelho. Começava a me emocionar. Entretanto, a cada vez que ouvia “Serviço de Utilidade Pública” ecoados pelas caixas de som, imaginava, apavorado que viria um recado para mim. Não veio.

 

Minha festa começou pouco antes da partida. Mais de 50 mil colorados cantavam alegremente “Vamô, Vamô, Inter..” a espera da entra do time. Um cântico fortalecedor, de guerra, de paixão, de luta, de apoio incondicional ao colorado. Pela primeira vez no dia, deixei cair algumas lágrimas. O Hino Rio-grandense, cantado pouco antes, foi emocionante. Mas nada comparado à força do canto dessa torcida que tinha a certeza da Conquista da América. Com os olhos avermelhados, pensavam que todos ali tinham problemas, enfrentando suas mais variadas barreiras, mas mesmo assim estavam ali. Felizes. Com o Inter. Felicidade Plena.

 

Durante as próximas horas, senti-me leve. Coisa que nem um psicólogo conseguiria com inúmeras consultas. É a Força do Inter. Força que precisou ser mostrada dentro de campo, para garantir um emocionante 2 a 2 e a Conquista da América. O melhor jogo da minha vida. A maior festa que o colorado me proporcionou. Mesmo com a situação adversa, sem beber absolutamente nada, a torcida me enlevava a momentos de glórias inesquecíveis que levarei comigo, e, certamente, contarei para meus netos.

 

Obrigado, Inter. Obrigado, Beira-rio, o Maior Psicólogo que Existiu.

 

Fabio Araujo

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Água que passarinho não bebe

Água que passarinho não bebe

Em sua Coluna Semanal no Arena Vermelha, sob efeito etílico do Cavalinho Branco, Fábio Araujo transforma o silencioso Beira-Rio, ao final de Inter e Sport, em um Estádio repleto de celebridades como Bodinho, Fernandão, Cachaça e Perdigão. Para conferir, clique aqui.

 

Equipe TFC

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Os Fernandos são importantes na história do Internacional. Tanto o eterno Capitão quando o eterno presidente, hoje vice-presidente de Futebol. Sempre respeitarei ambos pelas suas histórias. Não ganharíamos Libertadores e Mundial sem a presença de ambos.

 

O Internacional tem milhões de torcedores, alguns deles ilustres, como a bela Renata Fan, que estão defendendo alguns dos lados nesta novela que tem que terminar de uma vez. Creio que cheguei a uma conclusão deste assunto quando a noite já chegava ao fim.

 

O que eu estou pensando não muda meu respeito a ninguém. Mas achei o Fernandão soberbo demais nas suas colocações, falando como se fosse o salvador da pátria colorada. “Comigo, o Inter teria chances de ser Campeão Brasileiro”. Mas vai te enxergar, tchê. Saiu daqui numa fase tão horrível quanto a que o D’Alessandro vive hoje. F9, teu histórico no clube é maravilhoso. Para este criado alvi-rubro que escreve neste espaço, continuarás sendo o maior (não o melhor) jogador da história do Sport Club Internacional. Mas que tuas palavras não foram nem um pouco humildes, ah, não foram mesmo. Tu sempre será O CARA, mas podia ter ficado sem cuspir essa. Quem fala o que quer, ouve o que não quer. E me parece que a tua estréia, capitão, será contra o Inter, no Beira-Rio. E lá, a coisa é diferente. Tu sabe do que estou falando.

 

E o teu retorno não incomodaria muita gente, não. Espero que tenhas falado isso naqueles momentos em que estamos com a cabeça cheia. E lembre-se: ninguém é obrigado a contratar ninguém. FC não teria porque mentir, assim como você.

 

F9, assim como FC viverão eternamente na mente dos colorados. Independente de onde estiverem.

 

“Meu retorno incomodaria muita gente”

Apresentado como ídolo no Goiás, Fernandão voltou a desabafar sobre aquilo que considera descaso do Inter com o seu interesse de voltar ao Beira-Rio. A mágoa do capitão do Mundial de 2006 em relação a Fernando Carvalho e Giovanni Luigi é grande e, ao que tudo indica, vai demorar a passar.

 

Segundo o jogador, Carvalho decidiu embarcar ao Japão para evitar dizer-lhe que não seria contratado. Uma semana antes da viagem, o dirigente anunciou que não iria à Copa Suruga com a delegação porque havia questões coloradas a serem resolvidas em Porto Alegre. Fernandão acreditou ser ele a questão colorada. Mas, quando soube que Carvalho voaria para o Japão, desconfiou de que algo não ia bem, passou a juntar as peças e a acreditar que o desejo do Inter não era o de repatriá-lo. Ainda mais depois que tentou telefonar 10 vezes para o vice de futebol. Nenhuma ligação foi atendida. Ligou para Luigi. Conversaram por meia-hora e o diretor de futebol garantiu ao jogador que Carvalho entraria em contato em 10 minutos.

 

– Carvalho não ligou. Depois, mandou um e-mail dizendo que seu telefone estava com dificuldade de conexão no Japão, que apenas o telefone do Chumbinho (o diretor executivo de futebol Newton Drummond) funcionava lá. Ficou incomunicável. No e-mail, recomendou que eu ligasse para o Vitorio Piffero. Ora, se não tinha interesse na minha contratação era só me dizer – desabafou Fernandão, em declaração ao repórter Felipe Gamba, da Rádio Gaúcha.

 

O capitão foi além. Acredita que o e-mail enviado por Fernando Carvalho tenha sido apenas para “ter uma carta na manga”, a fim de “justificar à opinião pública” que tinha interesse na sua contratação.

 

– Na primeira vez que fui para o Inter, o mesmo Fernando Carvalho veio pessoalmente a Goiás negociar comigo. Eu era um desconhecido. Agora, quatro anos depois, não sou mais um qualquer. Queria ter sido tratado com mais respeito. As pessoas que eu admirava me trataram como qualquer um – disse.

 

No caso Fernandão, o presidente Vitorio Piffero foi voto vencido. Ficou sozinho no desejo de levar o atacante outra vez para o Beira-Rio.

 

– Sei que o meu retorno incomodaria muita gente no clube. Comigo, o Inter correria o risco de ser campeão brasileiro – disparou Fernandão.

 

Direção vai tratar o caso como um mal-entendido

A direção do Inter não deseja entrar em conflito com Fernandão. Depois de publicar nota oficial no site do clube, declarando que as portas do estádio sempre estarão abertas ao jogador, manterá a versão de que havia interesse em repatriá-lo. Sabe que uma negativa ao atacante poderia não cair bem junto aos mais de 100 mil associados e tratará o caso como um “mal-entendido” entre clube e ídolo.

 

– Houve um ruído de comunicação, apenas isso. Fernandão é um ídolo eterno do Inter – afirmou Piffero.

 

Em setembro, o Inter lançará o boneco do Fernandão, na série Craques do Passado. Fernandão deverá estrear pelo Goiás no próximo dia 29, contra o Inter, no Beira-Rio.

 

Leandro Luz

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Direção colorada: "dessa vez, acerto um gremista"

Direção colorada: "dessa vez, acerto um gremista"

 

Versão Diretoria/ Site do Inter

Caros torcedores colorados,

 

Foi com grande surpresa que na última segunda-feira, 3 de agosto, tomamos conhecimento da contratação do jogador Fernandão pelo Goiás. Ficamos ainda mais surpresos com as declarações do jogador em seu blog pessoal no mesmo dia afirmando que o Inter teria lhe “fechado as portas”.

 

Conforme vem sendo noticiado na imprensa há algumas semanas e, portanto, é de conhecimento público, o Internacional estava em processo de negociação com o jogador Fernandão a fim de que ele retornasse ao Beira-Rio nas melhores condições possíveis tanto para o jogador como para o clube. Tanto que, tão logo soube do desligamento de Fernandão do Catar, nosso vice-presidente de Futebol, Fernando Carvalho, apressou-se a estabelecer contato telefônico e via e-mail pessoal com jogador a fim de conversar sobre um eventual retorno ao Inter.

 

Nesses contatos, o Internacional deixou claro o seu interesse no retorno de Fernandão assim que o mesmo se desvinculasse de seus compromissos profissionais no Oriente Médio e retornasse ao Brasil. Estamos tranquilos quanto ao fato de que o jogador tinha total conhecimento deste interesse.

 

Assim, com base nas últimas notícias, só nos resta concluir que ele decidiu antecipar a definição de seu futuro acertando com o Goiás, decisão que respeitamos com o mesmo apreço que sempre tivemos e continuaremos tendo em relação ao jogador Fernandão. Porém, o Inter reserva-se ao direito de vir aqui deixar claro para seus torcedores que em nenhum momento “fechou as portas” para Fernandão. Muito pelo contrário. Conduzimos todos os contatos com o jogador nos baseando nos mesmos princípios de ética e transparência que sempre pautaram nossa atuação nesses 100 anos de futebol brasileiro.

 

Apesar da surpresa com sua inesperada manifestação, o Internacional não quer polemizar a respeito do tema para nao afetar a imagem do seu grande ídolo e deseja ao jogador toda a sorte no prosseguimento da sua carreira no Goiás. Fernandão foi um dos maiores ídolos do Clube e isso nunca mudará. O Internacional sempre estará com as portas abertas para o nosso eterno capitão, que tão bem conduziu o Inter às conquistas da Copa Libertadores e do Mundial em 2006.

  

Versão Fernandão/ Blog Pessoal

Goiás Esporte Clube, com muito ORGULHO!!!!!

 

3 de agosto de 2009

 

TENHO DUAS CASAS, TODOS SABEM.

 

UMA ME ESCANCAROU AS PORTAS, A OUTRA ME FECHOU!!!!!

 

Não era, e não está sendo por dinheiro.

 

Estou no aeroporto do Qatar. Amanhã escrevo meus motivos.

 

Abraços a todos e MUITO OBRIGADO!!!!

 

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Versão do TFC

Assim como a maioria dos colorados, o Fernandão é um dos maiores ídolos que tenho no Inter. Um monstro, mas, particularmente, acho que não seria o momento de sua volta. No entanto, a direção colorada se mostrou muito interessada na coisa, dando um belo tiro no pé.

 

O que aconteceu, ainda realmente não se sabe: direção alega que não fechou as portas (assim como fez com o Iarley); Fernandão, por sua vez, afirma em seu blog pessoal que o Inter realmente fechou as portas e está indo para sua segunda casa, o Goiás. Sorte, Fernandão.

 

Mais uma trapalhada da direção, pra se juntar a estas…

* 1 jogador vendido por ano = Alex, Edinho, Nilmar (Magrão?), Rosinei (tudo bem, colocar o Rosinei aqui é uma sacanagem, mas o post é corneteiro)

 

* Sai um grande, entra um grande ou ainda maior: Saiu Alex, veio D’Ale (assim, assim.  Alcoolizado, o cara engole); saiu Nilmar, vem quem??? Fernandão, não mais… o Cléber europeu, nem compara, não conta… E aí?

 

* Comemorar a taça Suruga e dizer que o reforço está dentro do grupo, não pode…

 

* E aí, qual será a próxima barrigada?

 

Fabio Araujo

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