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Posts Tagged ‘Caxias’

Claudio Duarte do Alfredo Jaconi

Claudio Duarte do Alfredo Jaconi

 

O gol é o orgasmo do futebol, conta o ditado de filosofia futebolística. Acrescento que um Clássico seria um Barba, Cabelo e Bigode. Sempre tem um ingrediente a mais. Por estas e mais outras que o TFC abre campanha para que a Terra da Fanta Uva tenha o clássico Ca-Ju na Série C 2010.

 

Confesso que será uma honra para mim, centrifugar comentários sobre as constantes desventuras da Papada Alvi-verde rumo ao estrelato entre as equipes da terceira força da Nação.

 

Para que isso ocorra, o Juventude deu um grande passo ao sofrer nova derrota, desta vez para a Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli, por míseros 3 a 0. Com o resultado adverso, os apreciadores de macarronada subiram na tabela e ingressaram novamente no G-4 (aderindo à campanha Ca-Ju na Série C, o TFC analisa a tabela de modo inverso, para facilitar o entendimento dos leitores).

 

Mesmo com uma brilhante campanha, o incompreendido treinador Zé Teodoro foi demitido após sofrer a quarta derrota fora de casa, em quatro jogos. E ele estava fazendo o seu papel, pelo menos na visão de todos os colorados que consultei: foram quatro derrotas, um empate e apenas duas vitórias. Digníssimo de Série C.

 

A grande mudança proposta pela diretoria da Papada é trazer o Cláudio Duarte Verde, Ivo Wortmann. Se nada der errado, ele será anunciado o terceiro treinador do ano no Juve, amanhã a tarde. Mais do mesmo e seguimos fortes na campanha rumo a Série C. Com ele, virão o auxiliar Marcelo Mabília, ex-atleta, e o preparador físico Luis Antonio Inarra.

 

Próxima Chinelada

A próxima partida ocorre na noite de hoje, contra o Campinense, fora de casa. A tendência é que o time treinando pelo interino James Freitas leve outro sacode e avance ainda mais em direção ao subterrâneo da tabela.

 EDIT – A partida foi 1 a 0 para o Campinense, gol aos 44 minutos da segunda etapa.

O único algoz que poderá colocar água no chope do colunista Tisserânico que vos fala, é o atacante Zézinho – não, caro leitor, não é o atleta que bateu o pênalti nos minutos finais em Pato Branco – mas no momento, ele integra a seleção brasileira de menores, dificultando a vida da direção verde que já alimenta um certo temor com a possibilidade de enfrentar o Caxias no ano que vem.

 

Por enquanto, passadas algumas rodadas, o Papo segue fazendo a sua parte, conquistando 33% de aproveitamento e com saldo negativo de quatro gols.

 

O ditado Ah, azar é do goleiro, lá pela Serra Gaúcha não funciona: o arqueiro se mandou embora pra São José dos Campos.

 

Campanha rumo à Série C

23/5_ Juventude 2x0ABC

30/5_ Brasiliense 2×0 Juventude

2/6 _ Juventude 0x1 Paraná

12/6 _ Fortaleza 3×2 Juventude

19/6 _ Juventude 1×0 Bragantino

26/6_ Juventude 1×1 Vila Nova-GO

4/7 _ Ponte Preta 3×0 Juventude

 

Força, Juve! Para o bem da belíssima terra da Fanta Uva: Ca-Ju na Série C 2010.

 

Fabio

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Editor do TFC fazendo ponta em Senhor dos Anéis

Editor do TFC fazendo ponta em Senhor dos Anéis

 

Os editores do TFC, figuras míticas que atravessaram os séculos revisando pergaminhos, evoluiram com a criação e modernização da imprensa e entraram pelo Tisserand na era digital, adornados daquela barba branca e hirsuta, tal qual o Lima Duarte na novela das oito, apreciam a samaritana arte da benevolência. Para demonstrá-lo de forma mais explícita, comprometeram-se em publicar semanalmente uma escala breve mas digna dos próximos textos e seus respectivos conteúdos e autores.

 

Nos dias de hoje e amanhã, por exemplo, a Serra Gaúcha e uma constelação europeia serão os temas maiores.

 

Fabio Araujo inicia ainda hoje sua peregrinação de superstições, mandingas e outras magias negras para que o Juventude não volte nunca mais à Série A, numa série de crônicas de dar calafrios nos verdes de Caxias.

 

E amanhã Guilherme Lessa Bica esquadrinha a segunda geração dos galácticos do Real Madrid e a vocação populista de Florentino Pérez.

 

Equipe TFC

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Contra o Juventude; contra o Caxias; contra o.....

Contra o Juventude; contra o Caxias; contra o.....

Assim como na final de 2008, eu estava com meu compadre na Popular – ambos alcoolizados. Assim como no ano anterior, não vi pelo menos três dos oito gols. E, assim como no campeonato passado, o adversário não era o Grêmio. Os aspirantes ao título vieram novamente da Serra Gaúcha, desta vez vestindo Grená: nova goleada de 8 a 1. Diante de tantas semelhanças, resolvi remar contra a maré, abordando a final de ontem a tarde partindo da premissa que foram jogos completamente distintos.

 

Em 2008, o Inter precisava amassar o Juventude. Jogou com ódio, com raiva. Cada gol era como uma cusparada no distintivo verde. A torcida rangia os dentes a cada bola na rede, radiante com a humilhação da Papada. O Juventude tinha que ser pisoteado, esculhembado, dizimado. Acabar com a moral e a honra da equipe até então, liderada por Zetti. E assim foi. O gol do Clemer selou a queda de um adversário que voltou ao seu local de origem: entre os medíocres.

 

Neste domingo, o espírito da torcida Colorada era mais Zen. Bastava vencer o adversário. Devido às acentuadas diferenças técnicas entre as equipes, os gols foram saindo ao natural. Menos de 30 minutos, a partida estava 4 a 0. A festa era total, mas não ouvia-se falar em humilhação e tampouco gritos de “timinho, timinho”.

 

O Inter soube respeitar o Caxias e, por isso, seguiu jogando sério. Ao término da primeira etapa, vencia pelo elástico placar de 7 a 0. O arqueiro do time da Serra partiu para o vestiário enxugando as lágrimas. Se fosse do Juventude, o momento seria eternizado entre os Colorados; como era do Caxias, havia uma certa dose de compreensão.

 

No segundo tempo, o time Colorado tirou o pé do acelerador e o Caxias conseguiu marcar seu gol. Neste momento, todo o Gigante do Beira-Rio começou a aplaudir a jogada do adversário. Isso mesmo, felicitando a jogada Serrana. O Torcedor sabia das limitações da Grená e aproveitou para fazer esta homenagem aos 11 atletas, que honrosamente estavam no gramado.

 

Para fechar o placar, o limitado Alvaro fez o dele: 8 a 1. De novo.

 

A principal diferença nas duas finais é que, caso tivesse outro pênalti, no final do jogo, certamente o batedor não seria o Lauro. Restava ao Caxias sair derrotado; não destroçado, esmagado e humilhado como ocorreu com o adversário no ano anterior.

 

Curtas:

 

  • A campanha do Inter no Gauchão foi irretocável: empatou apenas três, ganhou o resto. Foram mais de seis goleadas e média de quase três gols por partida.
  •  O Gauchão teve três gre-NAIS, com três vitória coloradas.
  • Campeão da Taça Fernando Carvalho, Taça Fábio Koff, melhor defesa, melhor ataque (do Brasil), artilheiro e melhor média de público.
  • Ontem, o gol mais comemorado foi o do Guinazu, disparado. E esse, eu vi. – o oôô oo o ô oo Ô GUINAZUUUUU.
  • Agora é colocar os pés no chão e seguir em frente, pois a caminhada é longa.

 

Fabio

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¬Inter dá-lhe uma sova no Caxias na final da Taça Fábio Koff e leva Gauchão 2009.

Taison vence por nocaute

Taison vence por nocaute

 

¬Vágner ‘Victor e Léo Mancini aterroriza Palestra Itália e elimina o Ziguifrido Luxa da final do Paulistão. 

A fada da Vila

A fada da Vila

 

¬O Santos pega o Corinthians de Mano ‘Brown’ Menezes, que junto dos trutas venceu as duas tretas contra o São Paulo. 

Do Bronx à final do Paulistão

Vida Louca: do Bronx à Final

 

 

Fotos: a do Tayson: fineartamerica.com; a do Mancini: goal.com; e a do Mano Brown: vermelho.org.

 

Guilherme

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Sou mais o bigode do JL

Zorro diz: 'Sou mais o bigode do JL'

 

Neste domingo, 19, o Expresso Colorado (ônibus que leva os torcedores de Guaíba para o Beira-Rio) partirá lotado de Vermelhos em busca de mais um título. A não ser que o Sargento Garcia prenda o Zorro; o Coringa derrote o Batman e o Malvado detenha os Ursinhos Carinhosos, é bem provável que o Inter saia com o título invicto do Gauchão 2009. Mas a partida, deixo para comentar no pós-jogo. 

 

Os colorados de Guaíba vão iniciar os trabalhos etílicos ainda pela manhã, devido a importância do evento. Na hora do embarque, às 13h, certamente mais da metade já não estarão respondendo plenamente por suas faculdades mentais. E, isso, Minha Gente – como diria o anti-chavista coLLor – seria um grande problema. Seria. Somos do Inter e nada tememos. E temos o JL.

 

Salve JL.

 

Com fisionomia fechada, não esboça sorrisos. O bigode enegrecido de fios alongados – ao estilo Olívio Dutra – servem para mostrar a autoridade frente aos demais. Ele é uma espécie de super-ego do Bus Colorado. Basta uma cabeça pra fora, durante a viagem que, abruptamente abandona seu posto, ao lado do motorista. Com passadas largas, olhar inquisidor, inicia as sequencias de xingamentos dirigidos na maioria das vezes para os dois nobres articulistas colorados do Tisserand FC. Quase uma implicância pessoal, eu diria.

 
JL para alguns; Bigode, para outros; ou apenas João, para os mais chegados, tem uma pequena peculiaridade: não comemora gol. Ele esboça o curioso argumento de que, quando a jogada começa, já tem a certeza do gol; logo, não há motivos para festejar quando a redonda estufa as redes.

 

Salve JL.

 

Mas, apesar da aparência carrancuda, trejeitos de turrão, adora o posto que ocupa. Se sente feliz no Expresso. E não deixa espaço algum para outros postulantes ao seu cargo. Os colorados, por sua vez, também gostam de seu Guardião. Sentem-se seguros. Tem até uma música do Buena Vista Social Club que o homenageia, “De tu querida presença, Comandaaante Joota Elle”.

 

Salve JL.

 

No último Gre-Nal, um Tricolor apedrejou nosso ônibus, no Centro de Porto Alegre. Num ímpeto de coragem que somente os heróis têm, ele desceu e foi atrás do covarde agressor. De peito aberto, punhos cerrados e olhar enfurecido, tentou seguir o tricolino que rapidamente se perdeu entre as árvores de uma praça porto-alegrense.

 

Salve JL.

 

E, neste domingo, estará novamente comandando a Trupe Vermelha. Tenho a certeza que vou brigar com ele, para não perder o costume; então, deixo essa pequena homenagem, em um singelo pedido de desculpas.

 

Foto: filosofix.com.br

 

Fabio

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