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‘Em 1969, eu abandonei das mulheres e do álcool. Foram os 20 piores minutos da minha vida.’
 
 
George Best
 
 
 
 
 

'Odeio táticas, elas me aborrecem'

'Odeio táticas, elas me aborrecem'

 
  

George Best forjou ainda nos amalucados anos 60 e 70 a doutrina que moldaria as atitudes dentro e fora de campo de jogadores como Renato Gaúcho, Paul Gascoine e Adriano: liberdade desregrada na vida particular, inclusive abusando de vícios incomuns para desportistas, como a bebida, noitadas enrquecidas por orgias opulentas – mesmo em vésperas de jogos –, tudo isso aliado a um rendimento impressionante nos gramados, como se as partidas fossem uma extensão dos prazeres experimentados fora delas.

 

Em campo, o norte-irlandês se transformou num Garrincha europeu, sobretudo nos anos em que defendeu e carregou o Manchester United, junto de Bobby Charlton, ao topo do futebol de clubes mundial. Não conseguiu, a despeito de tudo isso, classificar seu país a uma Copa do Mundo. Mas compensou a frustração com sequencias de dribles inacreditáveis, enfrentando as tentativas recorrentes de quebrarem sua perna – jogou numa época que as punições para jogadas desleais eram tímidas – com a arrogância e indiferença que dispensava também aos moralistas de plantão; e suportando com dignidade o caminho mais fácil para uma Copa: naturalizar-se inglês.

 

Por tudo isso, mas principalmente pela lembrança salutar de Felipe Conti, George Best é o segundo convidado das bandas do Além a ser sabatinado na Terça Tisser Entrevista.

 

Tisserand – O senhor jogou numa época em que a transgressão era uma regra, o Rock, uma febre, sobretudo na Inglaterra, onde bandas como Beatles e Rolling Stones surgiram. As músicas dessas duas bandas, por exemplo, pelos elementos contestadores que elas carregam, serviram de inspiração para o seu futebol, igualmente subversivo?

George Best – Olha, se há alguém que se inspirou em outrem foram eles. Eu sempre fui vanguardista e nunca tive medo disso. Eu tenho certeza que muitos riffs e acordes que (John) Lennon e (Keit) Richards nasceram dos meus pés. Só não os processei porque seria complicado provar que eles verteram as canções me vendo jogar. Aquela canção, Revolution, por exemplo, é a minha cara.

 

Tisserand – Mr. George Best, quem é, para o sennhor, o melhor jogador de futebol de todos os tempos?

Best – Olha, rapaz, essa pergunta é complicada. Há jogadores que marcaram história em muitos países. Mas nenhum chega perto de mim, e digo isso com toda a modéstia que sempre norteou minhas atitudes e declarações. É aquela coisa: Maradona é bom; Pelé, ótimo. Mas George, ah, o George é Best!

 

Tisserand – Quem é o George Best no atual cenário do futebol mundial?

Best – Sem dúvida, Best só houve e sempre haverá um. Aliás, aquela época nunca mais voltará. As músicas eram melhores, os jogadores eram melhores e, o mais importante: as mulheres tinham seios de verdade – mas, enfim, estou saindo um pouco do assunto. Não há alguém que me represente nos dias de hoje. O Cristiano Ronaldo poderia tentar, mas está mais preocupado em fazer as sobrancelhas e ensaiar biquinhos para as câmeras; o Kaká chega a dar sono, de tão metódico; e o Messi, além de ser argentino, não tem porte: a evolução não o previlegiou com o tamanho, e a verdadeira presunção requer uma altivez que só a altura concede. Enfim, não me vejo em ninguém.

 

Tisserand – Para encerrar, o senhor poderia deixar um recado para a guriazada que quer ser como o senhor, vencer no futebol…

Best – Bom, há que se ter talento. Acaso não haja, desista já, e dedique-se a outra atividade, sei lá, vá ser funcionário público! Algumas doses de uísque e meia dúzia de outros vícios, além de orgias descomunais, também são indicadas. Ah, e não esqueçam de ir para a escola: não há entidade que promova um desvio de caráter melhor do que ela. A receita é basicamente essa.

 

Foto: espn.terra.com.br

 

Guilherme

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Algumas pendengas nacionais europeias já foram resolvidas. Na verdade, as três principais: Liga Espanhola, o Calccio Italiano e a Premier League Inglesa. E dois dos campeões dissecados a seguir transformam-se em Gladiadores na próxima semana, em Roma, e degolam-se mutuamente pela honraria de imitar Napoleão e olhar o continente por debaixo do próprio queixo: Barça e Manchester.

 

Dois chopes em quatro dias

 

Henry perscruta arquibancada atrás de parentes

Henry perscruta arquibancada atrás de parentes

 

Guardiola conseguiu devolver ao Barcelona o futebol que o time esqueceu nas duas temporadas passadas. Recuperou para a Catalunha, em menos de uma semana, a Copa do Rei e a Liga das Estrelas. As saídas salutares de Ronalducho Gaínho e Deco tiraram da coadjuvância o melhor canhoto do mundo, Messi, e os dois melhores jogadores da seleção espanhola campeã da Eurocopa: Iniesta e Xavi.

 

O trio rege o meio-campo do time que conquistou a Liga Espanhola no último final de semana. O título chegou com uma derrota para o Mallorca por 1 a 2, providenciado pelo revés do Real Madri, por 3 a 2, para o Villareal.

 

Das quatro vagas para a Liga dos Campeões do ano que vem, resta apenas uma, e para a fase preliminar. Atlético de Madri, Villareal e Valencia são seus postulantes. Caso o Barcelona vença a Champions dessa temporada, a Espanha ganha uma quinta vaga.

 

Classificação: 1º) Barcelona, 86 2º) Real Madrid, 78 3º) Sevilla 64

¬ Duas rodadas para o final

 

Coração valente, longevo e vencedor

 

Ferguson antes de chegar à Inglaterra

Ferguson chegando à Inglaterra

 

Alex Ferguson trilhou o caminho inverso do compatriota William Wallace, libertador escocês encarnado por mel Gibson no filme Coração Valente e inimigo mortal da Coroa Inglesa: migrou para o país vizinho, tornou-se o maior treinador de times da Inglaterra e ainda foi condecorado Sir.

 

Pois, no último final de semana, esse filho da terra do uísque e daqueles saiões xadrez venceu pela décima primeira vez a primeira divisão inglesa, e com uma rodada de antecedência. São mais de mil partidas e 22 anos como treinador do Manchester. O dado que sempre impressiona os pagãos desavisados que transitam pelas efemérides (Te mete!) futebolísticas, trata dos sete primeiros anos de Ferguson na terra de Oasis: nada de taças, nem umazinha, nadica. Depois tudo engrenou e ele venceu tudo o que poderia. E tudo mesmo, nada dessas invencionices capengas de beira de rio.

 

Classificação: 1º) Manchester, 87 2º) Liverpool, 83 3º) Chelsea, 80

¬ Uma rodada para o final

 

Filme de sessão da tarde

 

Mourinho: o Luxa deles

Mourinho: o Luxa deles

  

 

A Inter, de Milão, virou o São Paulo do Calccio. A diferença está no campeonato conquistado a mais: já são quatro consecutivos. Beneficiada pela balburdia que acossou o Milan nessa temporada, pelo começo trágico da Roma e, sobretudo, pelos parcos recursos da Juventus recém regressa da segundona, o time de José Mourinho sobrou de novo.

 

Fica para a próxima temporada a mesma questão capciosa que emerge quando a Liga dos Campeões inicia: quando que a Inter vai vencer longe de casa?

 

Mas esse tipo de provocação é só para quando o carnaval chegar. Até lá, Mourinho pode desfilar sua arrogância Luxariesca e comemorar o primeiro título no comando Nerazzurri.

 

Classificação: 1º) Internazionale, 81 2º) Milan, 71 3º) Juventus, 68

¬ Duas rodadas para o final

 

Fotos: Henry: tvi24.iol.pt; Mel Gibson: sobrecarga.com.br; Mourinho: spectrum.weblog.com.pt

 

Guilherme

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E lá vamos nós, cumprindo um dever deveras urgente: içar velas e corromper mares europeus com o suor latinoamericano. As caravelas Tisserandas atormentam os monstros que habitam o Atlântico e navegam rumo à civilização para acompanhar os últimos movimentos dos mais importantes campeonatos e Copas nacionais de uma senhora milenar, mãe de romanos e atenienses, bárbaros e visigodos. Sim, estamos falando da Europa.

 

Pragmática Inglaterra

Só um atentado à lógica pode tirar o título do Manchester United. Não. Nem um atentado à lógica pode tirar o título do Manchester United. Os vermelhinhos mais queridos de Manchester venceram mais uma, na última quarta-feira. Um jogo atrasado contra o Wygan, fora de casa.

 

Na verdade, o adiamento quase eterno dessa partida foi o que tornou o campeonato um pouco mais emocionante. Os gols de Tevez e Carrik livraram os Red Devils seis pontos do segundo colocado, o Liverpool.

 

 

Restam duas rodadas para acabar a Premier League. E o único jogo que pode tirar pontos do Manchester é a partida deste sábado contra o Arsenal, o mesmo que Cristiano Ronaldo despachou com duas vitórias da Champions League.

 

Classificação: 1º) Manchester, 86 2º) Liverpool, 80 3º) Chelsea, 77.

¬ Duas rodadas para o final

 

A Copa é do time Mussolini. E ele nem obrigou ninguém a isso

 

Aprendiz de Duce: Lazio voltou a ser campeã depois de se livrar de Di Canio

Aprendiz de Duce: Lazio voltou a ser campeã depois de se livrar de Di Canio

 

Benito Mussolini, aquele mau caráter que amordaçou a Itália entre 1922 e 1943 e era chamado pelos italianos de Il Duce (Isso mesmo, tem que fazer biquinho pra falar), deve estar soltando piadinhas em alguma mesa de bar no mármore do inferno, talvez num bate papo sobre genocídios e censura com Hitler e Stálin. Pois seu time do coração, a Lazio, voltou a conquistar um título esta semana. A Copa da Itália, torneio que há quatro anos tinha nas finais Roma e Inter, ficou nas mãos da equipe romana celeste, que derrotou a Sampdoria nos pênaltis.

 

Foi curioso acompanhar a transmissão da final. O primeiro tempo, sobretudo, transcorreu com as câmeras em movimentos caóticos, alternando os lados do campo, deixando o telespectador tonto e constrangendo Silvio Lancellotti, aquele comentarista que virou mito nas manhãs da Band e agora presta serviços à ESPN.

 

O tempo normal terminou empatado em 1 a 1. Mauro Zarate, o argentino que eliminou o Inter na primeira fase da Libertadores 2007, jogando pelo Velez, marcou primeiro para a Lazio. Mas, ainda antes dos primeiros 45 minutos, naquele balé amalucado das câmeras, Pazzini igualou numa curiosa tabela de cabeça.

 

Nos pênaltis, o goleiro Muslera defendeu as cobranças de Cassano e Campagnaro. Ao passo que, pelos romanos, só o veterano Rocchi, o Smegal deles, desperdiçou.

 

 

A Copa do Rei de Copas do Rei de Copas…

 

Barcelona

Barcelona

 

Seria bacana se o Athletic Bilbao vencesse a via láctea Barcelona na final da Copa do Rei. Seja pela conturbada relação dos bascos com o restante da Espanha, seja pelo jejum de títulos do Bilbao, que não ganha nada desde 1984 – é verdade também que o time mantém uma tradição corajosa para nossos dias: só joga lá, quem é nascido no país Basco. Assim eles estão entre as três equipes que nunca foram rebaixadas na Espanha, junto do Barça e do Real, mesmo que flertem com a segunda divisão há algumas temporadas.

 

E, da mesma forma, vão penar bastante até reconquistarem algo de expressão. A goleada de 4 a 1 para o Barcelona denuncia claramente o abismo que separa as duas equipes.

 

 

Os catalãos distanciaram-se dos adversários da final em conquistas de Copas: agora são 25 a 23; confirmaram-se como o Rei das Copas do Rei e ganharam confiança para a final da Liga dos Campeões, dia 27, contra o Manchester.

 

Fotos: Di Canio: repubblica.it; Carta: tathy.com.

 

Guilherme

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Carótida prestes a explodir

Carótida e adversários prestes a explodir

 

Cristiano Ronaldo é um inconformado. Aos 43 minutos do segundo tempo, jogo e confronto semifinal da Champions League contra o Arsenal resolvidos a favor de seu time, dois gols dos três que o Manchester marcara na partida feitos por ele, o português se posiciona para cobrar uma falta de distância pretensiosa. Marcha para a bola, prende o pé e vê o chute se perder longe do gol do já resignado Almunia. O que faz Ronaldo? Grita, esperneia, se lamenta como se daquela falta dependesse a classificação de seu time. E não foi só ali que ele fez isso.

 

Quando chegou ao Manchester, apontado como substituto de David Beckham, Ronaldo não parecia que ia dar conta. A pouca idade, dezoito anos, as firulas em excesso e a preocupação recorrente em fazer caras e bocas para as câmeras, tudo sinalizava para um genérico português de Robinho. Mas duas sumidades do futebol cruzaram seu caminho, e certamente ensinaram a arte do inconformismo: Alex Ferguson e Luiz Felipe Scolari. Desde que começou a trabalhar com ambos, Ronaldo caminhou com passos seguros para ser o melhor do mundo. Ambos convenceram-no de que precisaria correr muito mais, chutar muito mais, treinar muito mais do que Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Zidane, por exemplo, se quisesse chegar lá. E ele quis.

 

Por que o Manchester está na final?

 

Um time bem ajustado, com jogadores competentes e um deles com coragem para resolver pode ser um time campeão. É o caso do Manchester. E não é o caso do Arsenal, derrotado ontem por 3 a 1. Fabregas, Adebayor e Van Persie, teoricamente os craques dos Gunner’s, não sabem fazer isso. É verdade que o time de Londres acaba de contratar o russo Arshavin – impedido de atuar ontem porque já jogou na primeira fase pelo Zenit –, e a partir daí começa a formar uma equipe forte para a próxima Champions.

 

Mas aí recairíamos em previsões longínquas e precipitadas. A única certeza sobre tudo isso é que o Manchester está novamente na final da Copa dos Campeões.

 

Curte aí os melhores momentos do jogo.

 

 

Aos cinco e sessenta

 

Que horas são, Papai Papudo?

Que horas são, Papai Papudo?

 

No outro entrevero, que repartiu o gramado londrino de Stamford Bridge, o Barcelona avançou ao jogo decisivo em Roma. Pouco adiantaram a superioridade do Chelsea, a postura amedrontada, mas eficiente, que novamente amordaçou Messi, Eto’o e Henry, tampouco as jogadas criadas e desperdiçadas por Drogba.

 

Essien marcou para os Blues, logo no início, e o placar permaneceu apenas com o gol dele até os 47 minuntos do segundo tempo. Quando as esperanças catalãs já esmoreciam e Papai Papudo já se despedia da criançada, Iniesta vestiu a fatiota de vilão do dia e empatou o jogo, decretando a eliminação dos donos da casa, visto que o marcador do confronto de ida não teve gols.

 

Iniesta: o cara que fez o Barça se livrar de Deco

Iniesta: o cara que fez o Barça se livrar de Deco

 

Manchester e Barcelona se encontram dia 27 de maio, na terra de Nero, Augusto e Marco Aurélio para resolver quem é o melhor time da Europa.

 

Fotos: Ronaldo: telegraph.co.uk; Bozo e sua turma: picasaweb.google.com; Iniesta: elcalccioblog.it.

 

Guilherme

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Daniel Alves rindo de nervoso

Dani Alves depois de ir fumar na praça

 

O futebol recentemente apresentado por Barcelona e Manchester nos campeonatos nacionais e na Champions League me empolgaram. Pois o conservadorismo europeu, povo tão conhecido pela ponderação, pela parcimônia, fez sucumbir minhas profecias de placares elásticos. Apenas um gol nos dois jogos semifinais da Copa dos Campeões. E tudo será definido semana que vem.

 
Barcelona 0 x 0 Chelsea

 

Não fosse Petr Chec, o Barça sairia em vantagem na semifinal contra o Chelsea. É verdade que aquele chocolate prometido por mim não compareceu ao Camp Nou na última terça-feira. Messi foi discreto e Eto’o e Henry prudentemente marcados por Alex e Terry. Restou a Xavi e Daniel Alves a responsabilidade pelas grandes jogadas, belos passes e chutes perigosos. No grande lance do jogo, Eto’o – talvez na única iniciativa relevante dele – girou com velocidade sobre Alex, empurrou a bola entre as pernas de Terry e marchou na direção do gol. Ainda deixou, já na grande área, o zagueiro brasileiro, que se recuperara, deslizando a bunda no gramado, num drible desconcertante. Até parar, como todo o Barcelona, no reflexo das pernas de Chec.

 

No jogo de volta, em Londres, a postura do Chelsea deve ser diferente da única alternativa encontrada por Gus Hidink para travar o jogo envolvente catalão, a retranca amiga. Os Blues vão utilizar a supremacia física para exercitar duas de suas armas principais: a bola aérea e os chutes de longa distância.

 

Já o Barça não sabe, desde os tempos de Rijkaard, se defender. É um time de compulsória postura ofensiva, e assim o fará, mesmo em terras estrangeiras.

 

Manchester 1 x 0 Arsenal

 

Que gol, que nada! Cristiano Ronaldo tem mais com o que se preocupar

Que gol, que nada! Ronaldo tem mais com o que se preocupar

 

No confronto semifinal de hoje, o Manchester também me desmentiu. Foi mais incisivo que o Barcelona, o outro mandante, mas conseguiu apenas a vantagem de um gol, marcado pelo coadjuvante lateral John O’shea.

 

Cristiano Ronaldo (Na foto acima), acompanhou o principal rival na briga pelo título de melhor do mundo, o argentino Messi, e passou em branco. Rooney, Tevez, Anderson e o veterano Ryan Giggs, que ingressou no segundo tempo, foram o demais impedidos por Almunia, goleiro espanhol e arqueiro do Arsenal, a ampliar o placar.

 

É preciso considerar os desfalques titulares de Arsene Wenger: Van Persie, atacante canhoto habilidoso e de chute mortal; Clichy, lateral esquerdo veloz e mais experiente que Gibs, seu substituto; e o meia russo Arshavin, grande revelação do futebol europeu dos últimos dois anos, impedido de atuar na Champions League porque defendeu o Zenit na primeira fase.

 

Semana que vem tem mais. E os dois jogos em Londres:

 

Dia    Confronto    Horário    (Canal)

05/05   Arsenal x Manchester  15h45min   (ESPN)

06/05   Chelsea x Barcelona   15h45min    (ESPN)

 

Fotos: Daniel Alves rindo: news.bbc.co.uk; Cristiano e companhia: dalgum canto do Google.

 

Guilherme

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