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Archive for julho \31\UTC 2009

Por 15 milhões de euros, Nilmar foi-se rumo à Espanha. Essa pequena fortuna deixou colorados do mundo todo órfãos das jogadas que desafiavam as leis da física do paranaense dos joelhos biônicos e quebradiços. Mas os gols contra o Juventude em Caxias e Corinthians no Pacaembu, dentre tantos gols e jogadas, jamais serão esquecidos.

 

Seu destino é o Villareal C.F. (www.villarrealcf.es) do acanhado estádio El Madrigal. O time também é conhecido pelo dúbio apelido de Submarino Amarelo, em decorrência do uniforme amarelo RAYOVAC. Nilmar chega para ser a esperança de gols no limitado ataque (Altidore, Llorente, Jony…) Simpsoniano. O clube ainda tem o ex-brasileiro Marcos Senna, campeão da Euro 2008 pela Fúria, e almeja dois títulos nesta temporada 2009-2010: A antiga Copa da UEFA (atual Liga Europa) e o TERCEIRO LUGAR da Liga Espanhola.

 

Isso mesmo. Este ano, mais do que em muitos outros, a disputa pela taça de campeão espanhol está totalmente polarizada entre Real e Barça. Por enquanto continuaremos falando sobre os postulantes ao terceiro lugar do pódio. Além de Villareal, mais três equipes lutam pelo “título” e pelo “vice”, que seria a quarta posição e a última vaga para a Champions League da próxima temporada:

 

Azar é do Milan

Azar é do Milan

 

Sevilla F.C.: Atual campeão do terceiro lugar. Conta com um time-base bem entrosado e que atua junto há muito tempo, desde as conquistas das Copas da Uefa de 2006 e 2007. Daquele time, saíram Daniel Alves e Keitá para o Barcelona, mas seguem Palop, Dragutinovic, Kanouté, Koné e os brasileiros Adriano, Renato e Luís Fabiano. Embora o “Fabuloso”, como adora dizer Galvão Bueno nos jogos da seleção, tenha quase implorado para se transferir para o Milan, tudo indica que o poderio ofensivo do Sevilla seguirá sendo seu ponto forte. Sério candidato ao bronze. E o time ainda tem uma motivação extra: o outro time da cidade, o Real Bétis, jogará a segunda divisão nesta temporada. www.sevillafc.es

 

Atlético de Madrid: 49. Esse foi o número de gols marcados pela dupla de ataque do primo pobre de Madrid, Kun Aguero (17 gols) e Diego Forlán (32 tentos, artilheiro do campeonato) no espanhol do ano passado. Os gols do genro de Dieguito e do filho do Forlán do São Paulo garantiram o vice-campeonato, ou seja, a quarta posição e uma vaga na Champions desta temporada. Apesar do sistema ofensivo e de criação do time da capital espanhola ser fortíssimo, a defesa muitas vezes deixa a desejar. As contratações do holandês Heitinga e do tcheco Ujfalusi pretendem suprir essa carência. Além da dupla titular do ataque, o meio de campo tem o português Simão Sabrosa, Cléber Santana (ex-Santos), o portenho Maxi Rodríguez e os espanhóis Luis García e Reyes, com passagens pelo futebol inglês. O último título espanhol dos Rojiblancos foi na temporada 95/96, mas o clube é o terceiro em número de conquistas da liga espanhola: 9 títulos ao todo. Os dois primeiros? Real com 31 taças e Barcelona com 19 conquistas. www.clubatleticodemadrid.com

 

Tevez com Photoshop

Tevez com Photoshop

 

Valencia C.F.: Dentre os quatro candidatos ao terceiro posto na tabela, o Valencia talvez seja o que possua elenco mais equilibrado. Mas também o que tenha menos destaques individuais. David Villa é o dono da bola, do uniforme e principal esperança de gols de Los Ches. Nesta temporada terá a companhia no ataque do gigante sérvio Zigic, de 2,04m e que veio emprestado do Racing Santander. O problema é que para a bola chegar neles precisa passar pelo talentoso e jovem (até por isso irregular) David Silva ou pelo interminável (e tão ou mais irregular) Joaquín. De resto, são os mesmos e inacabáveis jogadores de sempre: Baraja, Miguel, Marchena… De brasileiros no elenco, apenas Thiago Carleto, lateral revelado pelo Santos. O goleiro Renan, ex-Inter, foi emprestado ao modestíssimo Xerez.

 

O Valencia foi o último clube a interromper o revezamento de títulos do Real e do Barça, com o título conquistado em 2003/2004. Conquistou 6 taças na história da Liga. www.valenciacf.com

 

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Dito isto, chegamos ao seguinte palpite furado: se o Atlético de Madrid conseguir montar uma defesa confiável, pode chegar ainda mais longe na Champions e conquistar o mais baixo lugar no pódio de La Liga. Mas para isso terá que superar o Sevilla, que manteve a boa base de seu elenco. Villareal e Valencia, principalmente o segundo, podem surpreender e angariar uma vaguinha na competição de clubes mais aristocrática e espetacular do mundo.

 

Na semana que vem, falaremos do principal duelo dos campeonatos nacionais no velho continente nesta temporada: Real Madrid vs. Barcelona. Benzema, Kaká e Cristiano Ronaldo de um lado. Ibra, Messi e Henry de outro. Jazz contra Rock’n’Roll. Imperdível!

 

Felipe Conti é colorado, gaúcho, canoense, goleiro, esquerdista, aspirante a jornalista. Nascido para ser do contra, desde março de 86. Escreve costumeiramente no Grenalzito e é titular das sextas aqui do Tisserand.

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Fabio vislumbra uma Nova Era para o Beira Rio, mediante, é claro, alguns necessários desvios de rota. E justifica por A + B  sua teoria Huxleyliana de divisão de castas para jogadores colorados,  no Arena Vermelha. É só clicar aqui para ler.

 

Equipe TFC

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Nação Zumbi

 

Peço licença aos leitores para deixar o futebol de lado por um momento e exercitar descaradamente a boa e velha vaidade.

 

A editora Mojo Books, selo editorial on line, publicou no último domingo um e-book de minha autoria inspirado na obra da banda pernambucana Nação Zumbi.

 

Fome de Tudo, conto homônimo do último álbum do grupo de Recife, conta a história de Jorge, jovem atracado em inércia estável que desperta para a fome de vida quando um poeta chamado Chico recita um verso misterioso.

 

A partir disso, ele é instigado a provar todos os sabores do mundo; mesmo sabendo que não terá o direito de permanecer entre os medíocres ao fim da jornada.

 

Para acessar ou baixar o texto, basta se cadastrar gratuitamente no site da editora.

 

Abaixo, um trecho do e-book:

 

“Cheiros fortes sempre me agradaram. A gasolina deixa a bomba e, devagar, encaminha-se para o carro, sábia do dever de explodir, abnegada serva do transporte, aroma que desperta desejo e repulsa. O cheiro de sexo no quarto enquanto os amantes adormecem exaustos excita até as paredes. O cheiro de bebida amarga embriaga num hausto.

 

Mas o ar que a cidade adquire às madrugadas é o que mais me atrai. O banho de cada dia foi tomado pelo cidadão, agora ele se recolhe ao conforto do lar. O odor que fica nas ruas é de tudo o que foi descartado, esquecido ou ignorado por ele. Esse cheiro autêntico, que não é velado por perfumes – sempre artificiais –, é disso que falo. Caso ele tivesse cor, seria escura; um som, denso; e uma pele, pegajosa: ou seja, incontestavelmente humano.”

 

Guilherme

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Ah, a professora Helena

Ah, a professora Helena

 

Mesmo com o avanço da Gripe Suína, a Classe Escolar Tisserânica segue com aulas ininterruptas – transparecendo um clima de normalidade – assim como ocorria no Colorado, na semana passada.

 

No Inter, a propósito, os pratos foram quebrados, o Sinal Amarelo aceso; o bisonho “Estado de Emergência” decretado; e D”Alessandro foi levado para o cantinho da sala da aula, presenteado com chapeuzinho de Burro.

 

Enfim.

 

Voltando a aula, vamos a chamada.

 

– Fabinho?!

 

– AUSENTEE, PROFESSORA

 

Por motivos particulares, não farei parte da comitiva de colorados guaibenses a rumarem para o Beira-Rio, hoje à noite, contra o Barueri.

 

“Esse só vai nas boas”, o atento leitor deve estar matutando com seus botões, mas asseguro que não é o caso. Que o Tite permaneça no cargo até 2012 se estiver mentindo.

 

Na verdade, até estou curioso com o futebol demonstrado por esta nova força vinda do Sudeste, e os problemas que o estreante Barueri poderá acarretar com o time Colorado. Problemas que na verdade, deverão iniciar antes mesmo da bola rolar, com um protesto previamente organizado pelo Orkut. A princípio, pacífico. Mas sempre tem a turma da baderna. De repente até o Cpers aparece lá.

 

– Consulado do Inter?!

 

PRESENTE – e atuante.

 

Em mais uma atividade desenvolvida pelo Consulado do Inter, de Guaíba, foi dado início ao Projeto “Colorado Nota 10”, algo inédito em Consulados Colorados.

 

Basicamente, o Projeto consiste em cadastrar estudantes colorados de escolas estaduais do Município, sendo que os alunos com melhor desempenho até o final deste ano, serão selecionados para conhecer o Estádio Beira-Rio e os jogadores do Inter.

 

Baita iniciativa.

 

(ZECA GAVA MODE ON).

 

Além disso, o Bus de Guaíba segue como o único 100% em 2009, no Beira-Rio.

 

Apesar de estar ausente no jogo de hoje, Guaíba estará bem representada.

 

Amanhã comento a vitória – tomara – no Arena Vermelha.

 

Fabio

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Depois de um longo hiato, volto a publicar uma crônica da série A Melhor Copa. A figura central, Diego Armando Maradona, e sua extinção precoce, ao menos para um garoto de nove anos que recém fora apresentado ao seu futebol. Os outros textos da série podem ser conferidos aqui.

 

Canhota sem paralelo

Canhota sem paralelo

 

Aos nove anos, invejava os canhotos. Ambicionava ainda ser jogador, e tinha, de fato, para um guri dessa idade, algum talento. O sonho de vingar no futebol esmoreceu junto de tantos outros, mas minha relação conflituosa com aqueles que chutam de canhota permaneceu. O canhoto é um torto, ainda que simétrico. Dependente crônico de uma só perna, mas tão hábil com ela que dispensa a utilização da outra – andaria como saci caso fosse possível. Lá em 1994, havia Carlos Miguel surgindo no Grêmio; Neto começava um regime de engorde cujo final seria a aposentadoria; e Sávio aparecia no Rio com suas pernas frágeis de dribles tenazes. Mas o maior de todos eles finalmente deixaria de habitar somente meu imaginário mirim. Aquele que conhecia apenas pelos relatos de meus pais e tios estaria em campo naquela Copa, para temor e despeito de meus parentes ainda assustados com o Mundial da Itália: Diego Armando Maradona, o 10 argentino, de lembranças trágicas para Lazaroni.

 

Aquela Argentina o tinha como maestro. Um maestro rebelde, onipresente, egocêntrico, embrenhado em escândalos com entorpecentes, mas de futebol superior a quaisquer ou eventuais desvios de caráter. E foi assim que Maradona conduziu seus asseclas nas duas primeiras partidas. A estreia, mesmo que sempre nervosa, era uma baba. Os gregos ainda estavam longe de formar o time eficiente e maduro que venceu a Euro de 2004. Os portenhos, por outro lado, ruminavam ainda o vice campeonato de 1990, sedentos por chegar a uma inédita terceira final consecutiva – o que não conseguiriam e, para desespero deles, nós o faríamos em 2002. O 4 a 0 saiu naturalmente, inclusive com uma bucha de Maradona, depois de troca de passes insiuante, como só os argentinos – maledetos! – sabem fazer.

 

O jogo seguinte já trazia consigo uma carga maior de dificuldade. Não se sabia, como ainda não se sabe ao certo, o que esperar de uma seleção africana. Os nigerianos estreavam em Copas, e como todo jovem, não sabiam dosar suas forças, entregavam-se desde o primeiro minuto de forma inequívoca. Assim abriram o placar e ameaçaram derrotar os argentinos. Mas quem acompanha futebol sabe que a fadiga precoce compromete qualquer time. Nem os talentos de Okocha e Anikashi souberam lidar com o cansaço. E Caniggia virou o jogo, sempre coordenado por Maradona.

 

Ao final desse embate, um silêncio trepidante perpassou as salas, os bares, qualquer espaço social brasileiro. Maradona voltara. Renascera das cinzas ainda não completamente cicatrizadas de quatro anos antes. Acima do peso, mais lento, com alguns litros de álcool e quilos de entorpecentes a mais transitando no sangue, mas sem jamais perder a presunção que identifica os craques.

 

Então a cena que realmente ficou nítida em minha memória aconteceu. Como tantos outros brancos do primeiro mundo que o haviam estendido a mão supostamente amiga para logo abandoná-lo no meio da selva antropofágica da imprensa, nos tempos de Napoli e Sevilha, uma enfermeira de cabelos loiros e pele alva, com ar inofensivo, como todas as enfermeiras têm, conduziu com zelo Maradona ao teste de dopagem. Acabava ali o sonho argentino de ser tricampeão. No mesmo dia ou no seguinte, a Fifa anunciava que ele utilizara Efedrina, substância encontrada em remédios para acelerar o metabolismo, cuja finalidade seria diminuir aqueles visíveis quilos de sobra.

 

Ainda assisti ao jogo entre Argentina e Romênia pelas oitavas de final. Hagi, Monteanu, Popescu, Dimitrescu e o restante daquela competente seleção romena fizeram troça de um time órfão. Confesso que até torci pelos argentinos, possivelmente por perceber que não passariam às quartas, que mais um degrau, talvez o maior deles, não era vencido, mas fora extirpado de nosso caminho. A Romênia, de Hagi, outro canhoto que merecerá uma crônica dessa série, cairia diante da Suécia, e o enlace feliz do enredo todos conhecem. Mas uma frustração nasceu em mim naquele dia. A partir dali, descobri que ninguém passa impune à morte futebolística de um grande craque.

 

Guilherme

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Otite, para quase todo mundo, é uma infecção que se instala no ouvido do vivente, que pode ser de maior ou menor grau, gera febre, dor aguda e inclusive perda de audição. Não no Inter. O Tite, para os colorados, causa muito mais do que isso, até promove umas dores de cabeça, mas é sobretudo o devastador maior das esperanças rubras. Mais um sintoma dessa chaga foi diagnosticado no sábado, no Estádio do Engeho Grande, no Rio. O frágil, incauto e limitado Botafogo se reabilitou com a vitória, senhora que não lhe é muito simpática nos ultimos anos, num 3 a 2 sobre o Inter, o que empurrou o time de Tite para a lanterna do G – 4. Por aqui, também na tardinha de sábado, o Grêmio suou mais do que deveria para vencer o Santo André, ainda que, num olhar gremista e pragmático, os três pontos sejam sempre os mesmos sob qualquer diferença de gols.

 

Botafogo 3 x 2 Inter

 

O que uma vitória não faz aos pocuo acostumados com ela

O que uma vitória não faz aos pouco acostumados com ela

 

O primeiro tempo do jogo no Engenhão já chamara todo colorado num canto da sala, aproximara suas cabeças como quem se prepara para compartilhar um segredo e confidenciara, para diminuir o constrangimento iminente, que mais uma derrota se avizinhava. Os mesmos jogadores que decepcionam há muito tempo seguiram naquela toada lerda e anestesiada: D’Alessandro entregue à marcação; Magrão numa crise de identidade, o que não lhe permite marcar adversários, tampouco armar jogadas; Andrezinho tentando ser o craque que não é, esquecendo-se de sua condição de coadjuvantes, ou, na verdade, substituindo de forma capenga mas interessada quem deveria ser protagonista; mas o mais grave eram as ausências de Nilmar e Guiñazu.

 

Sem Guina, o Inter perde o pulmão esquerdo. Sem Nilmar, a perna direita. Ora, mesmo que jogando contra o Botafogo, não há chance alguma de se vencer perneta e com graves problemas respiratórios. E ainda foi por um detalhe que o jogo não terminou 2 a 2. O gol de Alessandro saiu muito mais por negligência gaúcha que talento carioca. O Tite segue no comando, mas os ouvidos rubros já estão cansados, doloridos e impacientes.

 

Grêmio 3 x 2 Santo André

 

Marcelinho Carioca sem Photoshop

Marcelinho Carioca sem Photoshop

 

No Olímpico, o Grêmio tomou um susto necessário no primeiro tempo, num gol insólito de Antônio Flávio – cujo nome combina de forma magistral com o lance –, em que a bola curiosamente não tocou as redes, mas de fato entrou. A virada foi construída com dois gols de Rafa Marques e uma bucha de Souza, num daqueles chutes que transformam o goleiro adversário em torcedor, visto que a bola toma um efeito impossível de deter, e somente a trave ou algum olho gordo competente pode desviá-lo da goleira.

 

Está mais do que claro que Rafa Marques é mais zagueiro do que Leo, e deve tomar logo a posição ao lado de Réver. O que a vitória não escondeu, porém, foi a dificuldade de se administrar o resultado até a expulsão de Nunes no segundo tempo. A partir daí o Grêmio voltou a criar mais e Herrera e Jonas mostraram com virtuosa eficiência como se perde gols imperdíveis.

 

Nos demais jogos, destaque para o 3 a 0 de Obina sobre o Corinthians ainda ressacado do título da Copa do Brasil, debilitado pelo possível desmanche e agora sem Ronaldo por cinco semanas. Deveras importante também, mais um triunfo do Vitória, que realmente não deve chegar ao final do campeonato na terceira posição que ocupa, mas demonstra um fôlego surpreendente e tenaz.

 

Resultados – 14ª rodada

Grêmio 3 x 2 Santo André

Atlético-PR 1 x 3 Avaí

Botafogo 3 x 2 Internacional

Corinthians 0 x 3 Palmeiras

Santos 1 x 2 Flamengo

Atlético-MG 0 x 1 Goiás

Sport 3 x 3 Náutico

Barueri 1 x 2 São Paulo

Fluminense 1 x 1 Cruzeiro

Vitória 1 x 0 Coritiba

 

Classificação

Atlético-MG 28

Palmeiras 28

Vitória 24

Internacional 24

Corinthians 23

Goiás 23

Barueri 22

Grêmio 21

Flamengo 20

Avaí 19

São Paulo 18

Santos 17

Santo André 17

Coritiba 15

Botafogo 15

Cruzeiro 14

Sport 13

Atlético-PR 12

Fluminense 11

Náutico 11

 

Guilherme

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Crédito: estadão.com.br

 

 

Crédito: midiaindependente.org

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