Como o Guilherme iniciou com as palavras chaves enviadas pelo Leandro, trocamos a seqüência, e eu encerro.
* Lembrando que os contos interativos serão intercalados com as postagens cotidianas do Tisserand.
Parte Final
É de conhecimento popular que o termo Cavalo Paraguaio se dá as equipes que despontam com folga no início de uma competição e, aos poucos, vão perdendo fôlego. Figueirense, Paraná e alguns outros menores sabem bem como funciona. Mas o que tem isso há ver com o Grêmio? Nada.
Ou melhor, quase nada.
O Cavalo Gaúcho, como diria o companheiro Guilherme, é time copeiro. Joga com raça castelhana, alma castelhana, torcida castelhana e etc. castelhana. E ainda assim, é Gaúcho. Com direito a Hino Rio-grandense todo jogo.
Em 2008, pela primeira vez na Era de pontos corridos, largou bem – muito bem. O que, coerentemente, levanta a hipótese de ser Cavalo Paraguaio, apesar de não ter histórico “paraguaiense”.
Até acredito que o Tricolor não seja um Cavalo Paraguaio, mas o seu treinador é. E quem tem Celso Roth não se empolga.
Fábio



Está muito legal o blog, gurizada, parabéns !!!
Sou gremista e sei que meu time não é cavalo paraguaio, mas concordo com o Fábio quando diz que nosso treinador é! Por isso, mesmo líder com 5 pontos de vantagem, ainda não me empolguei muito.
Fábio, estou sentindo falta dos teus comentários, aparece lá no òcio para iluminarmos com tuas opiniões!
Abraço
Huahuahuahuahuaua
Boa essa